7.7.09
cOiSaS dE sErPeNtE!.!.!
4.7.09
2.7.09
Le Sacre Du Printemps by Pina Bausch
Uma das suas maiores e mais aclamadas obras ou vidas, como gostava de lhe chamar!
26.6.09
He knew how to listen to the small noises around him…realizing that it is more to life than only those loud sounds that we all hear. He discovered a new world, a richer world, full of movements, colours and thoughts enrapturing him… it was all around him, surrounding his true being… the beat of his heart, the air inhaling and exhaling… it was life he carried within him!
He spoke a few times. He remembered that a human spirit is free in thoughts but trapped in his actions. Sometimes he just listened to the others speak, he knew what the others wanted from him. A listener or maybe just to hear their own voices speak and speak an speak. It was part of being a human, the selfishness, he thought! But the boy stood there, in his own world, a wild forest with their wild beasts listening to the small noises around him… that’s how he got trough life.
20.6.09
17.6.09
Because there's always somewhere new to discover...
The best way to travel is to have a good friend at your destination. Someone who can show you beyond the tourist sights, who loves to share their favorite haunts, who can always point you towards something special.

5.6.09
4.6.09
3.6.09
2.6.09
31.5.09
Marissa Nadler's_River of Dirt
Uma equipa cheia de Portugas :)
STYLING by
Paulo Guimarães
MAKE-UP by
Lúcia Luz
HAIR by
Inês Pontes
Ágata Pinho, Aya Koretzki, Carloto Cotta, Catarina Mascarenhas, César Ribeiro, Cristina Maurício, Dinis Cotta, Efthymis Angeloudis, Inês Pontes, Joana Linda, Lúcia Luz, Paulo Guimarães, Tiago Manaia.
(on a very cold day)
29.5.09
27.5.09
26.5.09
25.5.09
12.5.09
5.5.09
25.4.09
"A Friend to all, lover to none, that is what I proclaim
hoping for joy, hurt's what I feel, I'm not built for love's game.
Try as I might, true lovers light, remains for me so dark
hopeless romantic fool I am, I still searched for that spark.
Within my life, I've had some love, that lingered in my realm
time after time, give of myself, becoming overwhelmed
like a moth, drawn to the flame, I find I can't refrain
from falling deep in love with those that I just can't obtain.
Why do I punish myself, I've looked both far and wide?
I even looked close to myself, and once again I cried.
With all I have, and want to share, constantly I still fall
I guess I'm not designed for this, or with me love's appalled.
So I give up, looking for "it", for me, I feel no hope
as I plod on through life alone, and find some ways to cope.
A goodbye ode, to love I've had, I've wanted or I've lost
too many tears, my broken heart, was much too high a cost!"
A. P.
23.4.09
21.4.09
19.4.09
14.4.09
10.4.09
THIS IS MY FAVOURITE ONE!!!
First my fate was to be lied to,
'Cause I liked it, and I lied too.
Then my fate was on it's Round Two.
Out of two rounds, it stopped--
said, "Here I am. Here I am."
Come embrace me, I'm your long lost.
I'm your comeback,
I'm your: "Here I am."
Don't waste me, 'cause I won't last long,
and I won't come back,
I'm your: "Here I am."
I'm your, "Here I am."
Slowly it comes around again.
Second time, still it's not sure.
First time I lied, said,
"I'm not ready yet,"
and it slammed the door.
After suffering all the scabs of falling off,
I can lie no more.
Now one last try--
and it's so close by.
In the star light,
in the street light,
in the headlight,
in the house light,
in the half-light,
in the no light,
even then, it's so bright.
You can't help but hear, "Here I am."
Embrace me, I'm your long lost,
I'm your comeback,
I'm your: "Here I am."
Don't waste me, 'cause I won't last long,
and I won't come back,
I won't come back,
I'm your: "Here I am."
I'm your, "Here I am."
Diane Cluck
For The Troubled life of Sponge Bob Squarepants!!
"I was in the coal mine picking up diamonds
that the miners had left behind, behind, behind
and i admired their cold shine
simple & bright
and i pocketed many in the cavernous night
clear, when held up to the light
you belong to no one
you are easy to be around
cuz you belong to no one
you are easy to be around
cuz you belong to no one
you are easy to be around
and i scattered them on the ground...
in the wake of your eyes it decays
you despise any weight
and because and because
and because you give it up
you are easy to be around
i like to walk beside you
y're so easy to be around
it's like i'm not even walking beside you
we are rolling along the ground
one shadow made of mercury
we were two till we melted down
now y're easy to be around
y're easy to be around..... "
You understand!!
Para ti Máno!! :p
1.4.09
porque sim...
- When you pray what do you pray for?
- I pray for God to crush me, to break me up into little pieces and start all over again.
in Angels in America
31.3.09
Maldita Exasperação!
Vou-me cuspir neste pequeno pedaço de papel digital, sim.. pois não me contenho dentro de mim! NÃO me contenho...
27.3.09
Para Vocês!!
Agora que penso, nada é mais gratificante do que aprender e crescer com um grupo como vocês!
Aprendi bastante.... aprendi que as relações não são pó de giz branco, mas sim o quadro negro onde se escreve e dita a HISTÓRIA.
A história que não acaba e perdura... Moldá-la não deu trabalho, vivê-la também não, agora..., agora é chegada a altura de a deixar nascer: AMIZADE é seu nome!!
OBRIGADO PELA VOSSA COMPANHIA :)
24.3.09
Afraid of the light in the Dark
Noites fastidiosamente lOnGaSSS
23.3.09
22.3.09
Para o Dia Mundial da Poesia_ one of all my time favorites
Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada... a dolorida...
Sombra de neve ténue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!...
Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chama triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!
Florbela Espanca
20.3.09
Fuck you for your Untouchable Face-Ani DiFranco (with lyrics)
"think I'm going for a walk now... I feel a little unsteady..."
19.3.09
cAmInHoS
Que caminhando aprende
Que cada passo é como uma semente
Que irá crescendo
em nossas vidas
Como a dor de todas as partidas..
16.3.09
14.3.09
i CaN't GeT nO fUcKiNg SaTiSfAcTiOn
While I move..... while I talk........ you see and feel what I want you to feel what I want you to take!!
SiLeNcE
9.3.09
8.3.09
escárnios!!
tUdO o que faço, morre-me nas mãos... nÃo chegarei ao fim desta praia imunda a que chamam de vIdA!!
22.2.09
19.2.09
9.2.09
30.1.09
Cada estrela no céu erguida é um corpo
sobre a terra caído.
Uma estrela é uma rosa de fogo líquido
que oculta ao brilhar a pedra baça
dum cadáver.
As vozes cobrem o silêncio da terra.
E as vozes são as estrelas que ascendem
ao entardecer.
A putrefacção do dia revela as estrelas
como um corpo apodrecido revela os sonhos..
Um corpo que dorme é como um corpo morto
e por isso um cadáver liberta sempre astros
ou devaneios.
Vejo ao entardecer as estrelas que sobem
e os corpos que caem.
Os corpos são os cadáveres que dormem
e as estrelas os sonhos que partem.
Cada alma é um corpo duplo
que em vez de sangue tem luz.
A luz é sangue enxuto.
A noite é uma hiena putrefacta
que revela uma abóbada luminosa de ideias.
Cada homem sepultado
é no céu um deus iluminado
porque os deuses morrem
quando os homens se levantam.
António Cândido Franco
20.1.09
12.1.09
"Poema para Galileo"
Para comemorar o Dia Nacional da Cultura Científica - uma data que assinala o nascimento de Rómulo de Carvalho, o professor-cientista-poeta que adoptou o pseudónimo literário de António Gedeão -, 35 cientistas portugueses aceitaram o desafio do PÚBLICO e leram o "Poema para Galileo", de António Gedeão.
11.1.09
3.1.09
8.12.08
10.11.08
28.10.08
CIENTISTAS EM SALDO
in PÚBLICO
David Marçal
"Sabia que há cientistas que ganham 745 euros? Que não têm direito a subsídio de desemprego, férias, Natal ou alimentação? Que não são aumentados há seis anos? Está naturalmente curioso de saber em que país, mas estou certo de que já adivinhou.
São os bolseiros de investigação científica! Uma designação infeliz para os jovens (e menos jovens) investigadores, pois classifica-os pelo tipo de regime contratual com que exercem funções, secundarizando a natureza da actividade (investigação). Faz tanto sentido como descrever um juiz como um "assalariado da justiça".
Os bolseiros podem-se distinguir segundo o tipo de bolsa que têm. Os BIC (bolsa de investigação científica) são licenciados e, independentemente da sua experiência ou competências, ganham 745 euros. Os BD (bolsa de doutoramento) têm em geral um excelente percurso académico e científico (não é fácil ganhar a bolsa!), são investigadores experientes e motivados, ganham 980 euros. O mesmo valor desde 2002, o que representa face à inflação acumulada uma perda de 18 por cento do poder de compra.
Pode-se argumentar que os bolseiros "estão em formação" e que "já é uma sorte estarem a ser pagos". Mas trata-se de adultos (uma licenciatura não se acaba antes dos 22-23 anos) com contas para pagar e legítimo direito à emancipação (ou um cientista tem que viver em casa dos pais?). E quanto à formação, creio que qualquer bom profissional está sempre em formação. Todas as carreiras têm fases e o doutoramento é apenas uma fase da carreira de um cientista.
Os bolseiros têm direito ao chamado "seguro social voluntário" - que é uma espécie de não sei o quê. Basicamente, a entidade que concede a bolsa paga contribuições para a Segurança Social, equivalentes ao salário mínimo. Este é o regime pelo qual estão abrangidas as pessoas que não têm rendimentos. Por que raio enfiaram os jovens investigadores aqui? Fazendo o Governo gala de integrar todas as classes profissionais no regime geral de Segurança Social, que coerência tem não incluir os bolseiros? Esta reivindicação tem sido sucessivamente negada pela tutela. Para que não haja dúvidas: os jovens investigadores querem ser integrados num regime de Segurança Social que outros grupos profissionais não querem porque acham que é mau!
Penso que é necessário criar a percepção social deste problema e da necessidade de evolução, começando pelos próprios investigadores e professores do quadro que trabalham com bolseiros que beneficiam do seu trabalho, com quem publicam artigos e escrevem patentes. Creio que seria de todo justo e adequado que os cientistas e investigadores estabelecidos tomassem pública e politicamente o partido dos jovens investigadores. A alternativa é continuar o choradinho da fuga de cérebros. Não há fuga de cérebros. Há expulsão de cérebros. Se não fazem falta, isso é outra história. Mas sendo assim, digam.
*Investigador em bioquímica. Bolseiro durante seis anos "
18.10.08
13.10.08
pARA oS mEUS AVÓS!!
Céu cinzento lembra-me o dia em que tudo se foi..
esses olhos onde outrora corria o mar..
mortos e enterrados.. comidos pelos bichos!!
Levados por Deus para bem longe de mim.. onde estarás? o que sentirás?
perguntas sem resposta, perguntas sem devolução de palavras.... essas? continuam ocas ao soar de um vazio imenso deixado por esses teus olhos que já não veêm, sentem ou choram..
Vives em MIM, ouves-me agora?
Ouve-me agora Deus.. injusto e cego continuas Deus .. não roubarás esta vida de dentro de mim....
escondi-a no rio que corre.. rio frio e gelado com cheiro a pecado!
estão Vivos..
dentro de mim estarão vivos!!
4.10.08
25.8.08
Por vezes, apenas quero desistir!! Sinto-me cansado, sinto que me roubam as asas e que me esmagam a coragem que me resta!
20.8.08
crescer...crescendo..crescido
"Um rasgão de luz sobre a pele...
penetra-nos, viaja dentro de nós e
mostra-nos um corpo estranho que
dizem ser nosso... Põe-nos do avesso
e sacodem a poeira acumulada
no interior das páginas que ninguém
mais sabe ler... É a radiografia
de um homem, o espectro de um
corpo de ossos revestido de carne,
manipulando sentidos. Amplos
mas precisos... Só que aquilo
que escondemos nesse corpo ninguém vê...
Guardamos dentro de
nós a sombra, o retrato da
nossa alma a preto e branco,
desfocado, onde nada se define,
nada se distingue e tudo
se confunde. É aí que se dá o
Bing-Bang, a origem da vida e
do amor."
12.8.08
22.7.08
10.7.08
You Should Be a Musician |
![]() You have a rare combinations of talents: an ear for music, nimble fingers, and the willpower to practice. You could master almost any instrument you choose to play (if you haven't already!) |
9.7.08
cobardes!!! Cobardes!!! Cobardes!!!
Cobardes!!! Cobardes!!! Cobardes!!!
Cobardes!!! Cobardes!!! Cobardes!!!
7.7.08
A sinceridade no olhar: è algo que gostava..
Saber que te olham com sinceridade è algo de reconfortante!
3.7.08
1.7.08
Maybe one day...one day.!.!.!
Maybe one day we will express something beatiful or so sincere and meaninful like he had done!!
Listen to truth inside his words, It is called Talent!!
Johnny Cash: Hurt
One of his last songs before his death...
10.6.08
HOLD ON, jus hold on!!
NOW that I am getting to the end of my line. The line that often crosses my mind, like a flashback, like a ridding horse...a Black horse with white wings. I feel it, pulling... just pulling me to the underground! Do I allow such thing? Of course I do, it’s stronger than me this mortality condition, the thought that one day I’ll die... leaving this world on a back of a black horse.. These thoughts are made of pure energy, they are real, you can feel them, breathe them and like I do..suffer upon them. It’s time to let you drown in this river of time that passes through us between every single fraction. It is the time to jump and hOLD oN these tiny shores that this mighty river bears...
28.5.08
5.4.08
Se escolhessem um poema da vossa vida, qual seria???
Apresento-vos o meu!! :
Quando olho para mim não me percebo.
Tenho tanto a mania de sentir
Que me extravio às vezes ao sair
Das próprias sensações que eu recebo.
O ar que respiro, este licor que bebo
Pertencem a meu modo de existir,
E eu nunca sei como hei-de concluir
As sensações que a meu pesar concebo.
Nem nunca, propriamente, reparei
Se na verdade sinto o que sinto. Eu
Serei tal qual pareço em mim? serei
Tal qual me julgo verdadeiramente?
Mesmo ante as sensações sou um pouco ateu,
Nem sei bem se sou eu quem em mim sente.
Lisboa, Agosto de 1913
in «Poesia de Álvaro de Campos»
3.3.08
































