De corpo em corpo.. de carne em carne..revisito-me por entre cantos escuros demais para vêr.. sinto o odor, as nuances de duas sombras descalças e nuas movidas pelo suor animal que escorre em seus corpos ferventes
Mergulhas nesse teu mar de vida e deixas-me.. aqui.. nesta tempestade de vida para dar..
cedo foi o corpo e alma entregues... tarde foi como tudo encontrei espalhado num chão de rua.. imagens, sentimentos, palavras..
Ainda hoje os trago pendurados nas lágrimas por deitar..
29.8.06
Tão solenemente...
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