23.3.09

I took a deep breath
and listened to the old bray of my heart.
I am.
I am.
I am.

Sylvia Plath

3 comentários:

nuvem_preta said...

:) como por vezes é preciso relembrarmo-nos disto!

Unknown said...

Bem vejo que continuas na tua senda poética depressiva. Mas não te limitas a prosseguir esse caminho; não, afundas-te ainda mais, embrenhado nas teias de Sylvia Plath.

Homem, ACORDA, toma lá com mais Bocage:

..................

Porri-potente herói, que uma cadeira
Susténs na ponta do caralho teso,
Pondo-lhe em riba mais por contrapeso
A capa de baetão da alcoviteira:

Teu casso é como o ramo da palmeira,
Que mais se eleva, quando tem mais peso;
Se o não conservas açaimado e preso,
É capaz de foder Lisboa inteira!

Que forças tens no hórrido marsapo,
Que assentando a disforme cachamorra
Deixa conos e cus feitos num trapo!

Quem ao ver-te o tesão há não discorra
Que tu não podes ser senão Priapo,
Ou que tens um guindaste em vez de porra?

Unknown said...

Queres mais, Barbosa?!
É que "du" Bocage,
Para combater a comatosa,
Não se esgota a lage.